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“Mas eu cansei disto, de ser sempre a última opção. Digo, será que nunca sentirás a minha falta? Talvez eu devesse me afastar mais. Talvez eu nem devesse voltar mais. É cansativo não saber ao certo o que significo para você… Não só para você, mas para todos. Me esquecem, se é que algum dia lembraram de mim. Me sinto solitária demais, precisando de alguém. Precisando de você. Não me faça chorar novamente. Digo, me traga sorrisos, leve as lágrimas para longe. Será que é pedir demais um pouco de afeto? Um abraço, talvez apenas um sorriso, quem sabe um aceno de longe? É sintoma de carência, eu sei, mas não deixa de ser torturante… E se você não se importa, se ninguém se importa, por que não falam? Sei lá, talvez seja melhor assim, sem maiores expectativas. Só eu. Sozinha. Para sempre. Me soa bem, não achas? Eu e minha solidão. Eu sem você. Eu… Percebe o quão pequena a palavra é? Eu. Talvez demonstre algo, talvez percebam o quão diminuída me sinto […] Eu andei esquecendo o meu orgulho, e talvez, seja por isto que vou lhe pedir um favor… Não me esqueça, mesmo querendo esquecer, não esqueça. Cuida de mim? Digo, tenta me fazer bem. Ao menos tenta concertar aquilo que quebrou…
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